Cartas do Novo Mundo

Cartas do Novo Mundo

Teatro

 Cartas do Novo Mundo - no Museu de Etnologia

Espetáculo a decorrer nas Galerias da Amazónia no Museu Nacional de Etnologia, no Restelo, Lisboa

Público em geral (aconselhável a maiores de 8 anos): Consulte o nosso Blog para conhecer a próxima sessão de fim de semana.

Público escolar: Quartas-feiras e quintas-feiras, às 11h00 e às 15h00,  2017 e 2018

Os espetadores, para lá de acompanharem as descrições sobre a terra de Vera Cruz e os seus nativos de 1500 através das palavras de Pêro Vaz de Caminha, interpretadas pelo ator F. Pedro Oliveira, podem observar as coroas de penas, as lanças e os arcos, entre outros artefactos indígenas da Amazónia, em exposição 

Uma experiência com múltiplas valências disciplinares, cruzando-as entre si e permitindo um Conhecimento mais amplo e com maior capacidade de memorização e referenciação futura por parte dos estudantes. 

Para isso contribui a criação de uma dramaturgia que oferece aos jovens espetadores uma experiência global entre a palavra dita, os objetos expositivos e os sentidos (sugestões sonoras, jogos de sombras, etc.).

Afonso Ribeiro, um desterrado da frota e citado em A Carta de Pêro Vaz de Caminha é o personagem que acompanhará os visitantes na descoberta dos diversos objetos em exposição, transformando-os em “exploradores” curiosos, atentos e expectantes.

O espetáculo–exposição é especialmente interessante para  os estudantes do 9º ano de Escolaridade, mas também para os estudantes de História (e, em particular, da temática dos Descobrimentos Portugueses e as novas configurações do Mundo dos séculos XV, XVI e XVII), da Antropologia, da Arqueologia, da Literatura e do Português.

 

Projeto de CASSEFAZ PRODUÇÕES em parceria com MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA. Direção artística MIGUEL ABREU. Interpretação e cocriação F. PEDRO OLIVEIRA. Dramaturgia de Carta a El-Rei D. Manuel Sobre o Achamento do Brasil, de Pêro Vaz de Caminha, edição Alêtheia Editores, 2014. Cruzada com edição de Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, edição de 2000. Consulta de Terra Brasil 1500 – A Viagem de Pedro Alvares Cabral, testemunhos e comentários de Carmen Radulet edição de Chaves Ferreira Publicações, 1999. Carta do Piloto Anónimo.

Duração: 1h20m

Preço Público em Geral: 7,00€ ; 2,5€ dos 8 aos 10 anos

Marcações: 919732693

Preço Escola: 7,00€ por estudante, entrada gratuita para os professores

Marcações escolares: Reserva prévia obrigatória para: 213041160 /919732693/visitasguiadas@mnetnologia.dgpc.pt

 

Onde: Museu Nacional de Etnologia, Av. Ilha da Madeira 1400-203 Lisboa 

(Restelo, junto ao Estádio do Belenenses)

Estacionamento: Facilidades de estacionamento

 

Irmã Lúcia - Uma oração

Irmã Lúcia - Uma oração

Teatro

A partir das memórias escritas pela vidente de Fátima, Irmã Lúcia, a atriz Maria José Paschoal criou um monólogo de grande densidade humana e repleto de Fé. Dando corpo, voz e alma às palavras de Lúcia, a impressionante interpretação de Maria José Paschoal deixa-nos perplexos perante a simplicidade da cena e a força da interpretação que, plena de Fé, não nos deixa indiferentes perante o milagre de Fátima e as suas diversas dimensões. 

O espetáculo, estreado em Coimbra no Carmelo onde a Irmã Lúcia viveu, e já por duas vezes apresentado no Santuário de Fátima, tem sido representado em diversas cidades do país e mantém-se em repertório na Cassefaz até 2017, inclusive, para se associar de pleno direito, às celebrações dos 100 anos das aparições de Fátima.

PAIAÇÚ ou PAI GRANDE

PAIAÇÚ ou PAI GRANDE

Teatro

Um sermão de sermões de Padre António Vieira

Para alguns autores contemporâneos, o Padre António Vieira (Paiaçú ou Pai Grande como lhe chamavam os gentios no Brasil de seiscentos) foi um pioneiro e paradigma de interculturalidade. Paiaçú é, então, a revelação de um “novo” sermão de Vieira que nos mostra o seu pensamento visionário sobre o diálogo intercultural e a importância da convivialidade entre os homens, independentemente da sua origem, credo ou género. Batendo-se pela libertação dos escravos índios da Amazónia, Vieira bateu-se pela Dignidade Humana, como Valor máximo a respeitar pelo Homem, mantendo o seu discurso toda a atualidade num Mundo cada vez mais multicultural.

Com dramaturgia e encenação de Miguel Abreu e João Grosso, o espetáculo que estreou em 2012 na Igreja de São Domingos, em Lisboa, no âmbito do festival TODOS-Caminhada de Culturas, está disponível para apresentações em Portugal e no estrangeiro.

Elenco: João Grosso ou F. Pedro Oliveira e Sílvia Filipe ou Sofia de Portugal.